Lula celebra dados econômicos: "quem duvidar do Brasil vai quebrar a cara no final do ano"



Foram divulgados nesta quarta-feira dados positivos de desemprego e de criação de vagas formais de trabalho em abril


Brasil 247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou com bom humor o desempenho da economia brasileira.  Ele afirmou que quem duvidar da retomada do crescimento econômico ao longo do ano “vai quebrar a cara”. 

“Quem duvidar da economia brasileira vai quebrar a cara no final do ano. O Caged de abril gerou 240 mil empregos novos. Ou seja, 32% maior que em abril do ano passado. E 411 mil empregos nos quatro primeiros meses do ano, recorde também desde 2014”, disse Lula ao anunciar  uma nova série de medidas para a reconstrução do Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (29/maio), sobrea as quais o ministro Pimenta já dera spoiler em entrevista coletivas no dia anterior

Os resultados, segundo o presidente, são "uma demonstração de que se o governo está fazendo as coisas, se os empresários estão participando com os anúncios de investimentos que eu tenho recebido junto com o Alckmin [vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin] aqui, dezenas de empresários anunciando investimentos, seja no setor do aço, no setor agrícola, no setor de carro, no setor da construção civil, no setor do papel e celulose, ou seja, se esses investimentos estão crescendo, a economia não tem por que não crescer. E quanto mais a economia crescer, mais rápido será o tratamento com o Rio Grande do Sul”, completou.

Lula disse, ainda, esperar que o Banco Central reduza a taxa básica de juros (Selic), o que ajudaria a melhorar os índices econômicos e, também, auxiliaria na reconstrução do Rio Grande do Sul, duramente afetado pelas chuvas que assolam a região desde o início do mês. 

"Espero que o Banco Central veja a nossa disposição de reduzir a taxa de juros e ele, quem sabe, colabore conosco, reduzindo a taxa Selic para que a gente emprestar a taxa de juros ainda mais barata", ressaltou o presidente.

 

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